Poison Garden: o jardim mais perigoso do mundo só cultiva espécies venenosas Destinos
Poison Garden: o jardim mais perigoso do mundo só cultiva espécies venenosas

Poison Garden: o jardim mais perigoso do mundo só cultiva espécies venenosas

Bruno Aguiar Bruno Aguiar Publicado em 29 de setembro de 2017

Há um jardim bem incomum situado na cidade de Alnwick, no Norte da Inglaterra. Diferente de muitos dos parques que vemos por aí, The Poison Garden se dedica às espécies perigosas. Nele encontram-se mais de 100 espécies de plantas venenosas.

 

(Foto: walkingontherainbows)

(Foto: walkingontherainbows)

 

O jardim foi concebido pela duquesa de Northumberland Helen Percy, que percebeu como um jardim mortal poderia ser bem mais interessante – afinal, os curiosos o procurariam para saber quais espécies podem matar e o poder assassino das plantas ao ser exposto a cada uma delas. O perigo é tão grande que a curadora precisou de uma licença especial do governo britânico para cultivar e expor muitas espécies proibidas.

 

(Foto: walkingontherainbows)

(Foto: walkingontherainbows)

 

Aberto ao público desde 2005, o jardim contou com o apoio dos paisagistas belgas Jacques e Peter Wirtz para que fosse preparado um lugar com muito verde e ar “agradável” aos visitantes. Todo o jardim é cercado por muros e grades, além de haver um grande aviso logo na entrada advertindo os visitantes: “Essas plantas podem matar”. Até funcionários do local respeitam essa advertência, utilizando equipamentos de proteção ao manusear as folhagens.

 

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No jardim mais venenoso do mundo, são cultivadas espécies venenosas, alucinógenas e medicinais de vários países, como beladona, mandrágora, cicuta, noz-vômica, dentre outras. As visitas são conduzidas por guias que contam as lendas e fatos científicos de cada planta.

Apesar de todo o cuidado e placas por todos os lados, algumas plantas ficam expostas em grande gaiolas para não haver riscos de curiosos tocá-las ou cheirá-las. Existem plantas tóxicas que podem matar ou adoecer apenas através do toque ou aspiração.

 

E aí, vai encarar?

 

Bruno Aguiar
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